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Densitometria Óssea – Diagnóstico precoce da osteoporose

A osteoporose é uma doença progressiva de perda de massa óssea, que se desenvolve de silenciosamente, sem causar nenhum sintoma ou dor, até a ocorrência de uma fratura, que geralmente ocorre no pulso, na coluna, no quadril ou no fêmur, que é o ponto mais grave. Essa doença atinge uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens acima de 50 anos no mundo. As mulheres são mais atingidas devido à diminuição da produção de estrógeno depois de certa idade.

No entanto, não é apenas nessa faixa etária que é preciso estar atento. Fatores socioculturais e alimentação deficiente podem levar a uma fragilização dos tecidos dos ossos e ao raquitismo antes disso. Fatores agravantes, como baixa ingestão de cálcio e/ou vitamina D, fumo, vida sedentária, consumo excessivo de bebida alcoólica, e histórico familiar também são observados em pessoas que desenvolvem a osteopenia, um estágio anterior à osteoporose.

Justamente por ser uma doença silenciosa, é preciso fazer acompanhamento médico e preventivos. A densitometria óssea é uma das formas de se obter o diagnóstico precoce da osteoporose. É um exame simples e indolor que quantifica a perda de massa óssea, associada à história clínica do paciente. Ao analisar o resultado desse exame e os dados clínicos, o médico é capaz de avaliar os riscos de uma futura fratura decorrente da osteoporose. Recomenda-se que o exame seja realizado por todas as mulheres acima de 65 anos e homens a partir de 70. Na presença de fatores de risco para osteoporose, a idade de realização da primeira densitometria óssea pode ser antecipada.

No que diz respeito à prevenção, aliar exercícios físicos, uma boa alimentação e exposição solar é a melhor pedida. A recomendação da Organização Mundial da Saúde e da Fundação Internacional de Osteoporose é de que haja um consumo de 1g (1000mg) de cálcio por dia. A exposição aos raios ultravioletas do tipo B (UVB) também ativa o funcionamento da vitamina D, que facilita a absorção do cálcio pelo organismo. Por isso, recomenda-se exposição entre 10h e 14h sem proteção durante 15 minutos, três vezes por semana. Os exercícios físicos recomendados são os exercícios de cadeia fechada, que trabalham diversos grupos musculares e são mais seguros para as articulações, como exercícios funcionais e com impacto, que estimulam a contração muscular e, portanto, a regeneração óssea.

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